HELIOTERAPIA: O SOL COMO REMÉDIO

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A exposição diária e controlada ao sol pode melhorar o humor, a pele, muitas patologias e até mesmo sintomas de transtornos do cérebro.

Adotada desde a Antiguidade pelos gregos, a helioterapia, ou a terapia do sol, é uma opção de tratamento alternativo. Como o nome indica, os raios solares são os principais agentes desse método. Radiação ultravioleta, raios infravermelhos e luz visível são utilizados no tratamento de enfermidades. Entenda a seguir como o método funciona e como você pode se beneficiar dele.

"Quando admiro a maravilha de um pôr-do-sol ou a beleza da lua, minha alma se expande em reverência ao Criador."

 

A Helioterapia, ou o sol como remédio natural, pode tratar várias doenças. É um tratamento alternativo, onde os raios solares, essenciais para a vida no planeta, são os principais ingredientes. Esta técnica da Medicina Alternativa é utilizada desde a antiguidade, tendo sido adotada pelos gregos. Na antiga civilização os doentes eram expostos ao sol moderado para acelerar o processo de cura. Vale ressaltar que é provado cientificamente que o sol tem reflexo direto no humor do ser humano, fator que está ligado ao nosso estado de saúde.
O corpo produz Vitamina D de maneira natural quando exposto ao sol. Logo, a Helioterapia é recomendada para que o organismo consiga repor seu “estoque” desta vitamina, que é fundamental para a absorção adequada de cálcio nos ossos. Basta uma pequena dose de exposição diária ao sol para nutrir o organismo com esta vitamina.
Entretanto, há que ressaltar os perigos se houver excesso de exposição aos raios ultra violeta. Passar horas sob o sol pode desencadear irritações, queimaduras, e até mesmo câncer de pele. A maneira adequada para beneficiar-se da Helioterapia é aproveitar os primeiros raios da manhã, optando por pequenas doses, que podem variar entre 15 e 20 minutos de exposição. Quem possui a pele branca, ou mais sensível, não deve ultrapassar 10 minutos diários.
Helioterapia usa o sol para curar doenças Há que ter em mente que esta terapia deve provocar bem-estar. Qualquer desconforto deve ser considerado como sinal de alerta, ou para diminuir o tempo, ou até mesmo para pausar a terapia.

 

Fonte: Bolsa Saúde de Mulher

Helioterapia usa o sol para curar doenças

HELIOTERAPIA - O SOL COMO REMÉDIO

A radiação ultravioleta (UV) estimula a produção de vitamina D pelo organismo, o que favorece a absorção de cálcio e fortalecimento dos ossos e do sistema imunológico. Enquanto isso, a radiação infravermelha (IV) estimula o fluxo sanguíneo na superfície do corpo. Os primeiros raios solares da manhã são essenciais em pequenas doses, que podem variar entre 15 e 20 minutos de exposição sem filtro solar. Quem possui a pele muito clara ou mais sensível não deve ultrapassar os dez minutos diários. Segundo a Dra. Margarida Maria Murbach Carneiro, médica da Sociedade Brasileira de Dermatologia, os benefícios da helioterapia são diversos. "Pode ser utilizada no tratamento da psoríase, do vitiligo e da dermatite atópica, mostrando resultados efetivos em grande parte dos casos", explica.
A médica credita os bons resultados aos efeitos imunossupressor e anti-inflamatório da técnica, que também estimula a produção de vitamina D. A doutora difere, ainda, a helioterapia da fototerapia. Essa última utiliza somente a radiação ultravioleta, de forma artificial. A vitamina D, além de aumentar a fixação de cálcio nos ossos, também tem papel protetor contra alguns tipos de câncer e pode colaborar na diminuição dos sintomas da esclerose múltipla. Uma pesquisa publicada na revista Câncer Epidemiology Biomarkers and Prevention mostrou que a exposição ao sol reduziu o risco de câncer de mama em mulheres em fase de menopausa. Segundo o estudo, as voluntárias que moravam em lugares ensolarados possuíam 50% menos risco de apresentar câncer de mama em comparação àquelas de regiões mais nubladas.

Cuidados da helioterapia

A dermatologista aponta que a helioterapia deve ser realizada com curtas exposições solares, de forma a evitar a queimadura solar. "O tempo seguro dessa exposição varia conforme a cor da pele, sendo essa terapia contraindicada a pessoas com antecedentes pessoais de câncer da pele ou doenças de fotossensibilidade, como o lúpus, por exemplo", indica. Há um alerta para que a exposição ao sol na helioterapia seja feita de forma moderada. O excesso de radiação solar pode provocar doenças como câncer de pele, envelhecimento precoce e inflamações da córnea. Além disso, as células da pele têm memória, o que significa que os danos ao organismo são cumulativos. O sol que você pega no dia a dia deve ser suficiente para evitar a carência de vitamina D no organismo. Entretanto, para garantir os benefícios da helioterapia, você deve se expor no início da manhã, antes das 10h, e no fim da tarde, após as 16h.

Fonte: Vivo mais Saudável

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