O Alho e a Cebola na Alimentação

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Cebola, alho e cebolinha dão o tom do tempero na culinária ocidental e na cozinha brasileira, no arroz, feijão, cozidos, assados, refogados, saladas cruas, e compõe as misturas sofisticadas ricamente elaboradas por grandes chefs. Sem eles, como se lembrar da comida da nossa mãe? Mas, será só tradição inocente?

 

"Existe algo mais comum na alimentação brasileira do que o alho e a cebola?

A cebola e o alho são membros da família aliáceos (alliums), juntamente com o alho-poró, cebolinha, nirá e chalotas.

O sabor e o aroma promovido pelos aliáceos impregnam o alimento como nenhum outro tempero.

Quimicamente (aspecto físico), o alho e a cebola possuem muitas propriedades conhecidas, entre elas: antibiótica, anti-inflamatória, anti-microbiana, anti-oxidante… “curando” uma variedade de doenças.

Sabemos que certos químicos tem efeito também sobre a mente e a consciência. Mas o que se sabe sobre os efeitos energéticos (sutis) e psíquicos dos Alliuns: alho, cebola, cebolinha, alho poró, chalotas…" (*)

O Alho e a Cebola na Alimentação

 

Guia saudável relaciona entre as contra indicações para o uso dos aliáceos: “em gestantes pode haver contração do útero. Em lactantes pode ocasionar cólicas no recém-nascido pelo leite materno", conforme consta em  http://guiasaudavel.com/alho-conhecendo-melhor/

"Um pneumologista explicou que as cebolas são um ímã enorme para as bactérias, especialmente as cebolas cruas. Lembre-se: é perigoso cortar uma cebola e consumí-la no dia seguinte. A cebola se torna altamente venenosa, mesmo depois de uma noite única, e cria bactérias tóxicas. Estas bactérias podem causar infecções do estômago adversos por causa de secreções biliares em excesso e intoxicação alimentar." Conforme consta em http://www.barreirasnoticias.com/2014/12/o-perigo-que-vc-nunca-soube-sobre-cebola.html

"O consumo de alho aumenta o risco de hemorragias retardando o tempo de coagulação, assim não consuma se estiver próximo a alguma cirurgia (Ex.: cirurgia dental). Para pessoas que tomam hipoglicemiantes, o alho deve ser consumido com cautela por poder abaixar o nível do açúcar no sangue. Quem tem problemas gástricos ou úlceras moderar o uso e em crianças evitem o uso tópico, causam reações desagradáveis," Esclarece em http://guiasaudavel.com/alho-conhecendo-melhor/

Gostar de comer cebola indica que você tem problemas nos pulmões e também sinusite, afirma em AMOR incondicional em https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=1709440299323647&id=1399785686955778

"Nós, especialmente os brasileiros,  temos o costume de tudo o que fazemos vai além do necessário e extrapola ao exagero. Tudo tem de ser demais? Não pode ser assim. O excesso causa desequilíbrios e adoece.Tudo na Natureza está à disposição do humano, pode ser benéfico, prejudicial e até letal, depende do uso que fazemos dos recursos naturais; é preciso compreender os segredos da Natureza, respeitá-la. Água, oxigênio, sal, açucar, enfim, tudo o que é normal e cotidiano, qualquer coisa, se fôr demais pode matar. No caso do alho, cebola, cebolinha, colocamos em todos os nossos pratos do almoço e do jantar, em tudo, tudo, preste atenção, e quando não, polvilhamos alho frito ou espalhamos cebola crua cortada sobre o prato. Com isso, nosso organismo vive em estado de permanentemente desequilíbrio energético desde nossa infância, por isso já não percebemos mais. É como o cego ou o mutilado que teve suas funções tão bem adaptadas que passou a conviver tão naturalmente com elas, que já não as percebe como sendo uma condição especial, diferenciada. Diferente de alguém, que nunca esteve exposto a uma situação ou condição, e de hora para outra é obrigado a lidar com isso; estranha tanto que pode chegar a sofrer, até se adaptar e acostumar." Assim nos orientava Tadashi Hirata, nosso professor especialista em Terapias Tradicionais Orientais.

"Alho possui propriedades anti-coagulantes. Essa ação, no entanto, poderia representar um problema se você combinar com medicamentos como varfarina ou outros medicamentos anticoagulantes ou se você tem um distúrbio hemorrágico. Pare de tomar alho pelo menos uma semana antes de um procedimento cirúrgico. Alho, particularmente em grandes quantidades, pode causar náuseas, distensão abdominal, gases, sensação de queimação no estômago e outros problemas gastrointestinais." Assegura Saúde Melhor em https://www.saudemelhor.com/comer-alho-cru-emagrece-faz-mal-estomago/ 

"Cebola contém uma substância chamada “n-propil disulfito” pode provocar um tipo grave de anemia nos pets (animais). Como os gatos são mais sensíveis que os cães aos compostos sulfurosos da cebola, o alerta também se estende a “parentes” da cebola, como o alho, o alho-poró e a cebolinha." Orientam os especialistas em http://www.cachorroverde.com.br/toxicos/

O Alho e a Cebola na Alimentação

Auto Cura segue dizendo que "Na Medicina Clássica Oriental (Ayurveda e Chinesa) isso era muito observado. Sempre era visto a relação da doença com o espírito. Nos livros clássicos de Ayurveda podemos ver como fator principal para os desequilíbrios/doenças a existência de algum conflito com a Consciência (Verdade). E na Medicina Clássica Chinesa, do mesmo modo, é visto que o Coração (Shen – Espírito) é a origem de todos os desequilíbrios e doenças. (ver postagem A doença como Caminho de Transformação – III)

Segundo a Ayurveda, clássica ciência médica indiana, os alimentos são agrupados em três categorias – sattva, rajas e tamas- que são alimentos nos modos da bondade, paixão e ignorância. Cebola e alho, e as outras plantas aliáceas são classificados como rajas e tamas, que significa que eles aumentam a paixão e ignorância.

Dentro das tradições hindus, é sabido os efeitos dos aliáceos, por isso yogues, monges celibatários e Vaishnavas – seguidores de Vishnu, Rama e Krishna – priorizam cozinhar sempre com alimentos da categoria sattva, que inclue alimentos como frutas frescas, grãos, legumes, verduras, ervas aromáticas, produtos lácteos (de vaca feliz), castanhas e assim por diante. Alimentos rajásicos e tamásicos também não são usados por yogues e monges porque eles são prejudiciais a concentração, meditação e devoção.

Dr. Robert E. Svoboda, autoridade bem conhecida dentro da Medicina Ayurveda, diz: “Alho e cebola são rajas e tamas, e estão proibidos a yogis porque a raiz da consciência se firma mais no corpo”.

O alho e a cebola são evitadas por adeptos de práticas espirituais, porque elas irritam o sistema nervoso central (e sua ligação com os corpos sutis), além de perturbar também os votos de celibato.

Em Ayurveda é visto que todo veneno na dose certa, para a pessoa certa e nas circunstâncias certas, pode ser bom para algum desequilíbrio. A questão é se vale a pena os efeitos colaterais e se não existem outras alternativas melhores.

Na Medicina Chinesa Clássica (Taoísta), também realizada há milhares de anos, ensina que as plantas da família aliáceos são prejudiciais para os seres humanos em estado saudável. Em seus escritos, um sábio Tsang-Tsé descreveu os Alliums como os “cinco vegetais pungentes e aromáticos”, tem um efeito negativo sobre cada um dos cinco órgãos, sendo as cebolas prejudiciais para os pulmões, dispersando a energia primordial do elemento Metal; o alho para o coração, dispersando a energia primordial do elemento Fogo; o alho-poró ao baço/pâncreas, dispersando a energia primordial do elemento Terra; a cebolinha para o fígado, dispersando a energia primordial do elemento Madeira; e cebolas verdes [cebolas de salada ou “spring onions”] para os rins, dispersando a energia primordial do elemento Água.

Cabe aqui salientar que na Medicina Chinesa quando se fala num órgão não está se restringindo apenas ao órgão físico em si, mas toda a energia e funções afins, como por exemplo o coração que é visto como a sede do espírito-mente (Shen), que por isso envolve também questões psíquicas.

Podemos encontrar num site de Taiwan sobre alimentação descrito assim: “cebolinha e alho prejudicam o fígado e diminuem a energia da madeira; alho prejudica o coração e arruina a energia do fogo; chalotas prejudicam o baço e queimam a energia da terra; cebolinha prejudica os pulmões e dispersa a energia do metal; e alhos e cebolas prejudicam os rins e expelem a energia da água.”

Existe uma variedade enorme de cebolas e alhos, inclusive híbridos e modificados geneticamente, sendo por isso muitas vezes difícil de se categorizar.

Tsang-tsé também disse que estes vegetais pungentes contem cinco tipos diferentes de enzimas que causam além de reações repulsivas no hálito, na transpiração e nas entranhas (odor extra-fétido), também leva a indulgência lasciva [luxúria], aumenta a agitação, ansiedade e agressividade, principalmente quando consumidos crus.

Você já tentou meditar alguma vez? Simplesmente parar os pensamentos e contemplar o momento? Muito da nossa dificuldade em contemplar o aqui e agora é porque recebemos muitos estímulos negativos, alimentamos nossa mente com muita porcaria, sendo atraídos por muitas forças-desejos. E por mais incrível que isto possa parecer, um dos fatores de influência da agitação (ou depressão) em nossa mente está no que comemos! Vamos refletir sobre os florais e remédios homeopáticos que são capazes de mexer com nosso humor e psique, apenas com impressões sutis.

Assim como na Medicina Clássica Chinesa, na Ayurveda também é descrito que além de produzir hálito e odor corporal, estas plantas [aliáceos] induzem irritação, agitação, ansiedade e agressividade. Assim, os aliáceos causam prejuízos físicos, emocionais, mentais e espirituais.

Na década de 1980, em sua pesquisa sobre o funcionamento do cérebro humano, o Dr. Robert [Bob] C. Beck, DSc., descobriu que o alho tem um efeito negativo sobre o cérebro. Ele descobriu que o alho de fato é tóxico para o homem porque seus íons sulfona-hidroxila podem penetrar a barreira cérebro-sangue e são tóxicos para as células do cérebro.

O Dr. Beck explicou que, desde os anos 1950 é conhecido que em testes de vôo, quando o alho era consumido pelos pilotos, há redução do tempo de reação por duas a três vezes. Isto é porque os efeitos tóxicos de alho “desincronizam” as ondas do cérebro. “O médico de vôo vinha nos cercar todo mês e lembrar a todos nós: ”Não ouse tocar em qualquer alho 72 horas antes de voar um dos nossos aviões, porque ele vai dobrar ou triplicar o seu tempo de reação. Você fica três vezes mais lento do que seria se você não tivesse algumas gotas de alho. ”

São por essas razões que as plantas da família Allium tem sido amplamente reconhecida como sendo prejudiciais aos cães, sendo prejudiciais ao sistema gastro-intestinal e neurológico, podendo até destruir as hemoglobinas dos animais.

Na própria medicina ocidental é visto que o alho nem sempre é benéfico. Por possuir um fator muito forte anti-bactericida e anti-microbiana, é amplamente aceito entre os profissionais de saúde que, além de matar bactérias nocivas, o alho também destrói as bactérias benéficas, que são essenciais para o bom funcionamento do sistema digestivo.

Praticantes de Reiki explicam que cebolas e alho estão entre as primeiras substâncias a ser expulsas pelo organismo da pessoa – junto com o tabaco, álcool e medicamentos farmacêuticos. Isto torna evidente que aliáceos tem um efeito negativo sobre o corpo humano e devem ser evitadas.

A medicina homeopática chega à mesma conclusão quando se reconhece que a cebola vermelha produz uma tosse seca, olhos lacrimejantes, espirros, corrimento nasal e outros efeitos relacionados com sintomas de resfriado.

Se observarmos a fenomenologia botânica dessas plantas, veremos que o caule delas, ao contrário de todas as plantas, “involuiram” para baixo da terra (escuridão), sendo o que a gente come não é a raiz e sim folhas transformadas (enroladas em bulbos ou dentes). A força da gravidade (que nos prende a matéria) é muito forte nelas. O aroma no qual a tendência natural é subir para as folhas, flores e frutos, nelas descem e se concentram nesses bulbos. Todos os Aliums possuem um elemento sulfuroso (enxofre), permeando o líquido dessas folhas transformadas.

Enfim, em termos medicinais, a questão toda é que pode-se utilizar qualquer tipo de droga para aliviar e eliminar sintomas, entorpecendo sutilmente ou de maneira evidente a consciência da pessoa, mas para a causa da doença verdadeira nada está sendo feito, pois só realmente nos curamos quando compreendemos no que estamos indo contra a Consciência/Coração/Verdade/Natureza e então nos corrigimos no Caminho."

O Alho e a Cebola na Alimentação

 

Sugestões:

Pesquise no google e leia sobre “five pungent plants”.

Algumas fontes de pesquisa para este artigo:

1. www.karinya.com/garlic.htm.

2. Audrey Pavia, The Labrador Retriever Handbook, p. 100.

3.S.H. Lorna Wong, The Unfolding Truth of Man and the Universe, p. 43.

4. www.hinduism.co.za/food.htm.

5. Francine Halvorsen, The Food and Cooking of China, p. 147

6. Daniel Reid, A Handbook of Chinese Healing Herbs, p. 106.

7. Erica White, Beat Candida Cookbook, p. 28.

8. Alan Davidson, The Oxford Companion to Food, p. 331.

9. Richard Gerber, Vibrational Medicine, p. 86.

10. http://web.mac.com/reikinature/Reiki_Nature/The_Five_Pungent_Plants.html

11. http://www.kurma.net/essays/e19.html

12. http://agroflorestacafe-mococa-sp.blogspot.com/2008/09/pau-dalho-gallesia-integriflia.html

Texto adaptado (*) Fonte: https://autocura.wordpress.com/2011/04/03/o-alho-e-a-cebola-na-alimentacao/ 

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"Além de muitos naturalistas, dos estudiosos de assuntos naturais e tradicionais, são conhecidas inúmeras comunidades alternativas, naturalistas, a maioria sem vínculo sectário ou religioso que adotam alimentação sem alho, cebola, cebolinha, alho poró, nirá e chalotas

Aqui está um dos segredos que aprendi com meus mestres e antecessores. Uso para mim na minha vida prática e comprovo os muitos benefícios como a melhora da instabilidae do humor, da impulsividade e do descontrole mental e emocional, que são constatados a médio prazo, após a retirada completa destes vegetais pungentes da alimentação: alho, cebola, cebolinha, alho poró, nirá e chalotas.

Na minha prática profissional, tenho colecionado muitos resultados exitosos no tratamento de acupuntura para pacientes com sofrimento psicoemocional como ansiedade, depressão, irritabilidade, insônia, agressividade, medo e pânico, entre outras, a quem oriento a retirada radical de alho, cebola, cebolinha, alho poró, nirá e chalotas. Orientamos substituir por basilicão, acafrão, manjerona, manjericão, alecrim, sálvia, noz moscada, cominho, tomilho, curry, salsinha, coentro, orégano, páprica, louro, anis, colorau ou urucum... São temperos facilmente disponíveis em qualquer mercado ou horta, baratos; cada um destes possui diferentes aromas, texturas e sabores que enriquecem e sofisticam todos os pratos. Se buscarmos informações sobre estes temperos opcionais poderemos nos surpreender com a incrível diversidade de ações positivas e de propriedades benéficas para nosso corpo, mente e energia.

Um simples hábito que para implantarmos no nosso cotidiano incomoda nosso costume, no início, mas representa um divisor entre estados alterados do corpo-mente-espírito, e equilíbrio-saúde global, de outro lado.

Veja nossos demais artigos sobre alimentos, onde estudamos melhor estes e outros aspectos dos alimentos, à luz da tradição oriental." (Robson Barbosa Lopes - Espaço Terapêutico Fu Hsi)

O Alho e a Cebola na Alimentação

(NOTA) Robson Barbosa Lopes, o responsável pelo presente artigo é vegetariano, acupunturista, não consome aliáceos e não tem vínculo religioso. Aliás, os vegetarianos e veganos que o são por motivos religiosos, representam a minoria inexpressiva.

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           Veja mais ARTIGOS RELACIONADOS neste site:

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